SITUAÇÃO DE INSOLVÊNCIA DAS FARMÁCIAS NÃO TEM MELHORADO

SITUAÇÃO DE INSOLVÊNCIA DAS FARMÁCIAS NÃO TEM MELHORADO

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A Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos (OF) disse esta tarde, na Madeira, que a situação de farmácias em insolvência e penhoras “não tem melhorado”.
Ana Paula Martins, que se recandidata a um novo mandato, diz que a situação, que afeta 600 farmácias no país, e na Madeira eram 16,9%, conforme o JM noticiou em setembro passado, “não tem evoluído positivamente”.
“Não temos visto uma progressão tão intensa como nos primeiros anos (de outro modo teríamos perdido quase metade da rede) no entanto não tem melhorado”, sublinhou.
Segundo disse, as contas foram malfeitas e o impacto de 50 milhões de euros previsto no setor acabou por ser de 380 milhões, conforme se veio a perceber nos anos da troika e pós-troika.
Reconhece que foram adoptadas medidas sobretudo no sentido de “não agravar a descida do preço dos medicamentos” e deseja que os governos (da República e das Regiões Autónomas) trabalhem no sentido de encontrarem “uma plataforma sustentável para o país e para as farmácias”.
A bastonária diz que nunca houve necessidade de incentivos para o setor e admite que muitas farmácias não fecharam portas, nomeadamente em zonas mais remotas do país e da Região até, porque “os farmacêuticos não tinham condições emocionais para o fazer deixando as pessoas sem apoio” e sublinha que “80% do trabalho das farmácias é serviço público”.
Ana Paula Martins lembra também a “enorme necessidade de reorganização da carreira de farmacêutico hospitalar” que está criada mas ainda não está regulamenta, tanto no continente como nas regiões autónomas.
A bastonária esteve reunida com farmacêuticos da Madeira, contando com a participação dos presidentes cessantes da Secção Regional do Sul e Regiões Autónomas e da Delegação Regional da Madeira, Ema Paulino e Bruno Olim, respetivamente, que, por limitação do número de mandatos são agora candidatos aos órgãos nacionais.
Sendo a lista única, a Delegação da Madeira passará a ser liderada, nos próximos três anos, pelo farmacêutico Tiago Magro. O candidato à presidência da Secção Regional do Sul e Regiões Autónomas é Luís Lourenço.
As eleições decorrem no dia 9 de fevereiro.

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